À Senhora Justiça (ou à falsária que tomou o seu lugar)...

...e à Senhora Revolução (e seu ocioso trabalho póstumo).
Excelentíssimas,
Como humilde parte do grande grupo do "pensa-muito-e-nada-faz", peço-lhes que prestem atenção.
Justifico incomodar-lhes com os argumentos de sempre e os fins de sempre; é preciso mudar e a esperança acabou, respectivamente.
À primeira, a digníssima ministra das punições e dos olhos vendados, quero deixar minhas condolências e porfavores. Talvez esse modo negligente de lidar com a situação caótica do mundo atual não seja uma maneira correta de fazer valer a sua existência. Outro dia no plenário sem o Juízo Final seria o maior dos desrespeitos com os olhos famintos.
Aja!
À segunda, a valente e corajosa irmã da liberdade, deixo meus pêsames e sentimentos de culpa como cordão e coroa de flores. Sua chama é necessária de novo por aqui. A saudade que sentimos é alimentada pela angústia e um frio nas vértebras espinhais. As suas armas cheias de teias aracnídeas precisam mais uma vez nos sujar com seu conceito.
Não ouve o Rock N' Roll?
Implorante e mendicante,
A Juventude.






Nenhum comentário:
Postar um comentário