Quantos Loucos Há Por Aí

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Desespaçado

Como assim há o nada e o tudo? Como assim alguma coisa pode não existir? Como assim todas as coisas existem? Já viste tudo? Já viste o nada? Podes atestar? Já deste com a testa em outra testa nua?



É hora de pensar moçada!




Hoje, peço-lhes que sonhem em ser algo que já são... 
                                           Peço-lhes que vejam ao seu redor tudo e nada que lhes cercam...
                                                                        Peço-lhes que acreditem no não-existir e no tudo-poder...



Não se enganem, por favor! Nada religioso, teísmo ou ateísmo, supersticioso ou cético. Só olhem! E não me entendam mal. Não peço que olhem com os órgãos da visão! Nada disso!

Conceito de olhar dentro do meu pensar-vocabulárico: Ser o que se opõe ao mesmo ser que acreditamos que sejamos. Te confundi? Ótimo...


Agora, pensem no conceito de espaço...
   Pensem em que se baseia o conceito de existir relacionado com a função de ocupar espaço...
    O que o tempo conversa com o espaço? Ordena-lhe? Coordena-lhe?

   Quero que olhem para o que acreditam, para o que sentem... Será que o que sentem existe? Será que acreditam realmente que sentem aquilo? Porque pensam isso? Ocupa-lhes espaço? Entre o fígado e o estômago? Ou entre os pulmões e o coração? (Ahh... O superestimado coração...)


Está mesmo aí? Sentem-lhes pinicar, coçar, caçar? Incomoda sentir? Pesa? Passa?


Quanto de espaço consome uma dor? Quanto de tempo?


Conseguem medir? Em que sistema? Métrico??

Olhem agora sem olhar de verdade... Olhem suas costas, olhem seus olhos, olhem suas respirações...









Já discordaram de algo? A discordância ocupou muito espaço?? Comeu muito tempo?

















Do que precisaram desistir para que coubesse algo mais? (Aquela maldita falta de espaço!!)












Roubem, que não é crime roubar espaço ou tempo!


Notas de rodapé:

O plural concorda não com as pessoas aqui, mas com os órgãos utilizados para olhar...

















Despluga, consciência! Dá um tempo!












Teu espaço agora é meu!

Te como agora... Só solto mais tarde!!



 


Peguei!


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A Inflamável Paz

Chega de pedir paz, garotada!




Chega de ficar falando em pombas...


FDP!




                                        
                                   ...piedade...


Óóóóóóóóóh, fuck!




                                                        ...ou fim de conflitos!


Sangue com purpurina... Go, Blade!



















 O que Nietzsche diria de se visse vocês implorando pela chatice da rotina e pela covardia da não-mudança?




É preciso que não te acomodes com o que está te incomodando... E, se nada te incomoda, tens um problema! Principalmente se és um adolescente! Guerra sempre, até que o sempre peça arrego!







Fuck yeah!


Música Moralmente Infame...

Pouca Vogal - Ao Vivo em Porto Alegre


     Pra quem gosta de boa música e novidade, recomendo o DVD do Pouca Vogal, um duo formado por:
      Duca Leindecker e Humberto Gessinger 







Confiram o Voo do Besouro e Tententender...


                                                                                                         




                                                               Inspirem-se!

Apelo Ilustrativo


À Senhora Justiça (ou à falsária que tomou o seu lugar)...















...e à Senhora Revolução (e seu ocioso trabalho póstumo).  








Excelentíssimas,


     Como humilde parte do grande grupo do "pensa-muito-e-nada-faz", peço-lhes que prestem atenção.
     Justifico incomodar-lhes com os argumentos de sempre e os fins de sempre; é preciso mudar e a esperança acabou, respectivamente.
      À primeira, a digníssima ministra das punições e dos olhos vendados, quero deixar minhas condolências e porfavores. Talvez esse modo negligente de lidar com a situação caótica do mundo atual não seja uma maneira correta de fazer valer a sua existência. Outro dia no plenário sem o Juízo Final seria o maior dos desrespeitos com os olhos famintos.


     






Aja!






À  segunda, a valente e corajosa irmã da liberdade, deixo meus pêsames e sentimentos de culpa como cordão e coroa de flores. Sua chama é necessária de novo por aqui. A saudade que sentimos é alimentada pela angústia e um frio nas vértebras espinhais. As suas armas cheias de teias aracnídeas precisam mais uma vez nos sujar com seu conceito.



















Não ouve o Rock N' Roll?














Implorante e mendicante,

A Juventude.





quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Do antissocialismo à contradição...

Quem já foi chamado de antissocial aí que levante a mão!
Essa é pra vocês...

Pra todo mundo que já foi chamado de antissocial e forever alone deixo minhas palavras...


  Alguém aí sabe daonde caráleos vieram os maiores gênios da humanidade?

Aqui está a resposta:


Da solidão!


Se não foi da solidão física, foi daquela a qual podemos chamar de Um Inverno Na Alma!

Todos aqueles que contribuíram para melhorar esse monte de bosta mundo tiveram arrancados de si partes demasiadamente importantes... Seus amores, suas razões, sua verdade, sua esperança...

A todos aqueles que se sentem sós:

Se teu povo te desola
Isola teu povo da tua sapiência
Se teu ar pesa nas balanças de seus medos
Faz balões de sonhos 
Que só sonhos são companhia a um solitário
Se te tornares o supra-sumo do império da autossatisfação
Serás, então, a única ponte que liga teus hemisférios
Teus hemisférios são apenas o começo do teu mundo
Que o dos outros já não importa
Sóis és




Não fuja! 

Teu pensamento tudo pode, tudo deve e tudo será!

É teu!

Só não esquece de agradecer e dar uns tapas à solidão... Ela te fez!


Que as linhas retas não nos peguem!

Dica de leitura...




Pra quem nunca teve a oportunidade de ler...

O Pequeno Príncipe é um dos melhores! 

Por muitos é considerado um livro infantil...
                                               Pobres!

Ensina a viver uma nova forma de corpo... Uma nova forma de respirar... 


  Cada pedaço de história que o pequeno viajante conta é uma lição, e uma inspiração...
  


A sua visão sobre o mundo mudará!

Essa é minha dica de hoje! Para aqueles que acham que inocência é um mal ou uma desvirtude!





"És responsável por aquilo que cativas."

Falemos assim...

Comecemos do final, tal qual Machado, com as chamadas reticências...

O fim do mundo é aqui e é aqui que finda a jurisprudência do real, do normal, do palpável, do sólido...
                                                             
                                           Conheça o inexplicável:


*Alguma vez já se olhou no espelho e não reconheceu o reflexo?
*Alguma vez já falou e não reconheceu a voz?
*Alguma vez, acordado, pensou que estava sonhando?
*Já pensou em morrer e ser outra coisa além de você?
*Já pensou que o fim do mundo pode já ter passado?
*Já pensou que não existia?


                                       Se já pensou alguma dessas coisas, bem-vindo ao grupo!


O fim! É o que há pra ser, se é que existe fim de alguma história... Se é que não é tudo um recomeço...


                  Já viu o fim de um dia?
                                                   Já viu o fim de um ano?
                                                                                 Já viu o fim de uma hora?


Esses fins foram diferentes de qualquer outro momento por qual passou?


                                           Deixo aqui uma súplica:


Não haja como se não soubesse que ser qualquer um não te interessa... Ser/ter um fim diferente não é apenas acabar. É subjugar a provável testemunha do tempo que tenta te moldar... Não aceita moldes!!





                                             Finde o final sempre com pontos reticentes...



That's great! It starts with an earthquake;
Birds and snakes, an aeroplane,
And Lenny Bruce is not afraid.
Eye of a hurricane, Listen to yourself churn,
World serves its own needs,
Dummy serve your own needs.
Feed it off an knock, speed, grunt, no, strength,
The Ladder start to clatter witha fear
Fight down, height.
Wire in a fire representing seven games,
And a government for hire at a combat site;
Left her and coming in a hurry with the furies
Breathing down your neck.
Team by team reporters, baffled, trumped, tethered, cropped.
Look at that low plane.
Fine, Then.
Uh-oh. Overflow population, common food,
But it'll do to save yourself, serve yourself.
World serves its own needs,
Listen to your heart beat,
Dummy with a rapture and the reverend and the right, right.
You vitriolic, patriotic, slam, fight, bright light,
Feeling pretty psyched.

It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
And I feel fine

Six o'clock-- T.V. hour
Don't get caught in foreign towers.
Slash and burn, return.
Listen to yourself churn.
Lock it in, uniforming, book burning, blood letting.
Every motive escalate.
Automotive incinerate.
Light a candle, light a votive.
Step down, step down.
Watch your heel crush, crushed, uh-oh,
This means no fear cavalier, renegade steer clear!
A tournament, a tournament, a tournament of lies!
Offer me solutions, and offer me alternatives, and I decline!

It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
And I feel fine

The other night I dreamt of knives,
Continental drift divide,
Mountains sit in a line.
LEONARD BERNSTEIN,
Leonid Brezhnev, Lenny Bruce and Lester Bangs.
Birthday party, cheesecake, jelly bean, BOOM!
You symbiotic, patriotic, slam, bug, net, right?
Right.

It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
It's the end of the world as we know it
(It's time I had some time alone)
And I feel fine...fine!






I've just started!