Como assim há o nada e o tudo? Como assim alguma coisa pode não existir? Como assim todas as coisas existem? Já viste tudo? Já viste o nada? Podes atestar? Já deste com a testa em outra testa nua?
É hora de pensar moçada!
Hoje, peço-lhes que sonhem em ser algo que já são...
Peço-lhes que vejam ao seu redor tudo e nada que lhes cercam...
Peço-lhes que acreditem no não-existir e no tudo-poder...
Não se enganem, por favor! Nada religioso, teísmo ou ateísmo, supersticioso ou cético. Só olhem! E não me entendam mal. Não peço que olhem com os órgãos da visão! Nada disso!
Conceito de olhar dentro do meu pensar-vocabulárico: Ser o que se opõe ao mesmo ser que acreditamos que sejamos. Te confundi? Ótimo...
Agora, pensem no conceito de espaço...
Pensem em que se baseia o conceito de existir relacionado com a função de ocupar espaço...
O que o tempo conversa com o espaço? Ordena-lhe? Coordena-lhe?
Quero que olhem para o que acreditam, para o que sentem... Será que o que sentem existe? Será que acreditam realmente que sentem aquilo? Porque pensam isso? Ocupa-lhes espaço? Entre o fígado e o estômago? Ou entre os pulmões e o coração? (Ahh... O superestimado coração...)
Está mesmo aí? Sentem-lhes pinicar, coçar, caçar? Incomoda sentir? Pesa? Passa?
Quanto de espaço consome uma dor? Quanto de tempo?
Conseguem medir? Em que sistema? Métrico??
Olhem agora sem olhar de verdade... Olhem suas costas, olhem seus olhos, olhem suas respirações...
Já discordaram de algo? A discordância ocupou muito espaço?? Comeu muito tempo?
Do que precisaram desistir para que coubesse algo mais? (Aquela maldita falta de espaço!!)
Roubem, que não é crime roubar espaço ou tempo!
Notas de rodapé:
O plural concorda não com as pessoas aqui, mas com os órgãos utilizados para olhar...
Despluga, consciência! Dá um tempo!
Teu espaço agora é meu!
Te como agora... Só solto mais tarde!!
Peguei!


































